Já pensou em ir trabalhar do outro lado do mundo? O número de trabalhadores não residentes de Macau aumentou 20%

De acordo com dados da Polícia de Segurança Pública, disponíveis no portal do Gabinete para os Recursos Humanos, 174.924 trabalhadores do exterior integravam o mercado laboral, equivalendo a 44% da população empregada (396.500) e a mais de um quarto da população total estimada em 636.200.

No intervalo de um ano, Macau ganhou 29.232 trabalhadores não residentes, ou seja, uma média de 80 por dia.

Face a fevereiro, o universo de mão-de-obra importada teve um reforço de 1.566 pessoas.

Comparando com março de 2014, o interior da China continuou no final do mês passado a figurar como a principal fonte de trabalhadores recrutados ao exterior, com 113.465 (mais 23%), mantendo uma larga distância das Filipinas, em segundo lugar do ‘ranking’, com 22.422 nacionais (mais 13,12%), e do Vietname (13.779 ou mais 8,99%).

O setor da construção registou um aumento de 53,5% de trabalhadores com ‘blue card’ [uma autorização de permanência que está dependente do contrato de trabalho] para um total de 47.746 pessoas, enquanto o setor da hotelaria e restauração — o segundo maior setor a recrutar mão-de-obra estrangeira — foi reforçado em mais 9,66%, somando 43.435 trabalhadores não residentes no final de março.

Já o comércio por grosso e retalho — terceiro setor com mais trabalhadores não residentes — registou a segunda maior subida em percentagem (mais 15,1%), totalizando 18.262 estrangeiros no final de março.

O número de famílias com empregados domésticos também aumentou 7% para 22.112.

O universo de trabalhadores não residentes galgou a ‘barreira psicológica’ dos 100 mil pela primeira vez na história da Região Administrativa Especial chinesa em setembro de 2008, a qual voltou a ser ultrapassada em maio de 2012, numa tendência não mais invertida.

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